quinta-feira, 24 de junho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Que dia esplendoroso!!

Wowowowowowow o que é preciso é dias assim! Que maravilha! Acordar às 8 e 30 da manhã, rever a matéria do maravilhoso exame de Química orgânica… álcoois, compostos de carbonilo e blá blá blá.
Ora ós despois almoçasse (já foi há tanto tempo que já nem me lembro o que foi), faz-se tempo e lá vamos nós prá faculdade (não sem antes passar em casa do resto do pessoal pra apanhar boleia… a pé claro). Ah e pra melhorar ainda mais o cenário, nada melhor do que ter exame na oooooooooouuuutra ponta da faculdade. Porque claro, nós como estudantes de química que somos temos de fazer exame de QUÍMICA orgânica no departamento de línguas porque podíamos olhar para uma parede do nosso departamento e ver os mecanismos das reacções lá desenhados.
E depois de quase 2horas de exame e mais uma à espera do resto da tropa nada melhor que um geladito (e bem merecido por sinal). E claro, depois faz-se tempo no jumbo (aproveitando pra comprar a prenda de aniversário do irmão de uma das companheiras de guerra) até serem horas de levar a menina à estação dos comboios. E que de melhor podia a contecer a seguir? Perder-me claro! Pelo que parece fui parar longe comó caraças apesar de só andar perdida 5 minutos. Pronto, fui conhecer uma parte de Aveiro que ainda não conhecia…
E agora, com uma grande soneira, é acabar de postar isto, ver o resto da novela, lavar os dentinhos, xixi e cama…

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Eu quero gritar
E quero calar
Eu quero hiberar
E quero acordar
Eu quero morrer
E quero viver
Eu quero chorar
E quero rir
Eu quero dançar
E quero parar
Eu quero ir
E quero regrassar
Eu quero saber
E quero desconhecer
Eu quero ver e sentir e ouvir
Eu quero ter
Eu quero ser
Eu quero...
Eu preciso...
Mas de quê?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Please forgive me - Bryan Adams



It still feels like our first night together
It feels like the first kiss
And it's getting better, baby
No one can better this
I'm still holding on
You're still the one

The first time our eyes met
It's the same feeling I get
Only feels much stronger
I wanna love you longer
You still turn the fire on

So, if you're feeling lonely, don't!
You're the only one I'd ever want!
I only wanna make it go,
So, if I love you
A little more than I should

CHORUS:
Please, forgive me
I know not what I do
Please, forgive me
I can't stop loving you
Don't deny me
This pain I'm going through
Please, forgive me
If I need you like I do
Please, believe me
Every word I say is true
Please, forgive me
I can't stop loving you.

Still feels like our best times together
Feels like the first touch
We're still getting closer, baby
Can't get close enough
I'm still holding on
You're still number one

I remember the smell of your skin
I remember everything
I remember all your moves
I remember you, yeah...
I remember the night
You know I still do!

BRIDGE:
So, if you're feeling lonely, don't!
You're the only one I'd ever want!
I only wanna make it go,
So, if I love you
A little more than I should.

CHORUS:
Please, forgive me
I know not what I do
Please, forgive me
I can't stop loving you
Don't deny me
This pain I'm going through
Please, forgive me
If I need you like I do
Oh, believe me
Every word I say is true
Please, forgive me
I can't stop loving you.

The one thing I'm sure of
Is the way we make love!
The one thing I depend on
Is for us to stay strong
With every word and every breath, I'm praying
That's why I'm saying...

CHORUS:
Please, forgive me
I know not what I do
Please, forgive me
I can't stop loving you
Don't deny me
This pain I'm going through
Please, forgive me
If I need you like I do
Baby, believe me
Every word I say is true
Please, forgive me
If I can't stop loving you
Never leave me
I don´t know what I'd do
Please, forgive me
I can´t stop loving you

Yeah! I can´t stop loving you.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ninguém é perfeito.
Toda a gente erra. O problema é que há erros e erros e alguns são imperdoáveis.
Na minha curta existência de apenas 19 anos já cometi muitos. Normalmente nada de grave… um pedido de desculpas e quase tudo podia ser perdoado, mas parece que ultimamente tenho ficado ainda mais parva.
O último grande erro que cometi é imperdoável. Não devia sequer ter sido pensado quanto mais feito. Na verdade não foi pensado, quando dei por mim já estava feito… mas nem isto serve de justificação. E dói. Dói muito. Desde esse dia que dói saber que a culpa de tudo o que aconteceu depois é minha…
A atitude mais correcta teria sido pedir-te desculpas pessoalmente, mas não sei se aguentaria ver a desilusão estampada nos teus olhos. Porque eu sei o quanto uma atitude destas pode desiludir.
E por ser tão cobarde, tão fraca, tão pouco merecedora de tudo aquilo que me deste é que te deixo aqui o pedido de desculpas. Não sei se algum dia vais ser capaz de me perdoar, nem sei com que cara serei capaz de olhar pra ti quando voltarmos a estar frente a frente, mas por agora só posso dizer-te: DESCULPA!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Everybody hurts- REM

Uma das melhores músicas de todos os tempos...



sábado, 12 de junho de 2010

Atitudes, palavras, gestos. Por vezes muito mais dolorosos do que a maior das cargas de porrada…
Fernando Pessoa defendia que só sentíamos dor porque pensávamos, porque se vivêssemos sem pensar, se apenas sentíssemos não haveria dor. Ao primeiro impacto tudo aquilo me pareceu uma parvoíce, talvez porque foi abordado nas aulas de português que não eram de longe nem de perto o sítio onde queria estar, ou talvez porque era difícil captar a essência de alguns dos seus poemas, porque apesar de geniais pareciam por vezes contraditórios. Mas com o passar do tempo e depois daquele primeiro impacto tudo aquilo parecia ganhar sentido. Ele tinha razão. De facto, nós até podemos estar a sofrer, mas se não pensarmos nisso, nem sequer temos consciência do que nos está a acontecer e portanto parece que não sofremos, apesar de não passar de uma ilusão. E depois? Há tantas pessoas a viver na ilusão e são felizes… porque não vivermos numa ilusão e acharmos que não sentimos qualquer dor só porque não pensamos nisso?
Há quem procure o sofrimento. Homens e mulheres que passam a vida a desconfiar dos companheiros porque acham que estes têm amantes, apesar de nada disso ser verdade.
E depois há também aquelas situações em que não queremos de facto sofrer e tudo parece bem quando, vindo do nada, lemos, nos é dito ou vemos alguma coisa que magoa. E dói de tal forma que parece físico. Mas não. É muito pior do que isso. O coração é-nos arrancado, sangramos por dentro, de tal forma que parece que não haverá depois…
Às vezes esta dor é provocada pelo confirmar de uma situação que até sabemos que está a acontecer, mas que lutamos com todas as nossas forças para que não seja verdade. Parece que por pensarmos que é apenas invenção da nossa cabeça dói menos, que afinal não esta a acontecer… mas está, é real e o que é que fazemos quando tomamos consciência disso? Como é que acabamos com a dor, com a desilusão? Não sei, mas gostaria bastante de saber. Já toda a gente passou por uma situação destas. Com mais ou menos frequência, com mais ou menos intensidade, mas já toda a gente passou pelo culminar de uma situação que sabemos que acontece há muito, mas que não tínhamos sequer coragem de admitir, porque isso implicaria assumir as dores. E é nesse momento de assumir a dor que apetece partir tudo à nossa volta e depois ficar a chorar no meio de todo aquele caos. Porque tudo em nós é caos, porque o nosso próprio mundo sofre um abanão como se de um sismo se tratasse. E não é um daqueles sismos que acontece a todos os momentos e que apenas os sismógrafos conseguem detectar e depois os sismólogos analisam para acompanhar a actividade no interior da Terra. Falo sim daqueles sismos que abalam países, que destroem as construções mais sólidas e que se pensava serem indestrutíveis, aqueles sismos que matam milhares de pessoas e destroem a vida de outras tantas. Aqueles sismos que levam grandes países com economias estáveis quase à banca rota, onde toda agente rouba toda a gente. E matam para não serem mortos.
Esses acontecimentos em que tudo à nossa volta fica prestes a ruir são apenas comparáveis a grandes catástrofes. E nessas alturas há quem tenha a sorte de ter do seu lado alguém que lhe mostre que nem tudo está perdido, que existe vida para além daquilo, que tudo tem uma solução por mais difícil que seja vê-la naquele momento, outros não tem essa sorte e vão muitas vezes ao fundo, podendo ou não vir a erguer-se outra vez…
E o que é que podemos fazer para evitar tudo isto? Nada! Ou melhor, podemos talvez seguir o conselho de Fernando Pessoa e viver sem pensar, apenas sentindo… mas aqui coloca-se outra grande questão: Como é que isso se faz?

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sabes aquela sensação de esperança com que ficamos quando queremos muito uma coisa e parece que finalmente vamos poder tê-la?! Eu também sei. Mas também sei qual é a sensação quando ela nos volta a fugir por entre os dedos e sabemos que é quase impossível voltarmos a tê-la...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Porque raio é que estamos sempre a ser mal interpretados?? E quando digo isto não me refiro a todas aquelas vezes em que dizemos algo que até foi inocente e depois vêm logo os sorrisinhos maliciosos porque pensaram que queriamos dizer mesmo outra coisa... Não! Estou mesmo a falar de más interpretações. Daquelas que nem sequer dizemos por mal, mas que parece que ofendem meio mundo... Será possível que haja assim tantas interpretações de uma frase tão simples, ou são mesmo as pessoas que fazem de propósito para ver coisas onde elas não existem?!
Porra, começo a ficar ou bocado farta de ver que as coisas que digo, mesmo as mais banais e levadas na brincadeira são levadas como se fossem ataques a alguém. Pronto, mas isso sou eu... Talvez seja defeito meu. Ou quem sabe eu tenho mesmo um certo dom pra criar ambiguidades nas interpretações das coisas que digo... Quem sabe....

domingo, 6 de junho de 2010

6 de Junho

Tal como todos os dias ligo o pc pra ficar a ouvir música enquanto arrumo o quarto de manhã. Qual a diferença então? A diferença é que o calendário do ambiente de trabalho mostrava 6 de Junho... Eu sabia que esta data me dizia qualquer coisa, mas não estava a ver o quê... Breves segundos chegaram pra perceber que faz hoje 2 anos que acabei o secundário. Tinha chegado ao fim um ciclo que eu não queria que acabasse. Tinha acabado a minha longa (mas não suficiente) estadia na ESFA.
Para muitos a pergunta que vem à cabeça é: E então?? Bom pra mim é tão fácil dizer o que tudo isso implicou que nem vale a pena entrar por aí.
6 de Junho de 2008... Lembro-me desse dia como se tivesse sido ontem. A noção de que seria o último dia, as despedidas, os abraços, as fotos nos muros e na relva à entrada da escola, o regressar a casa com uma capa na mão que tinha tantas histórias para contar, mas que continuam guardadas como se fossem o maior dos tesouros do mundo.
A verdade é que eu não queria mesmo que aquele dia chegasse... talvez pela primeira vez não queria que começassem as férias de Verão, porque tudo isso implicava ficar longe de pessoas que adorava (e adoro), porque estava a começar a construir amizades que poderiam não resistir ao tempo, porque não.
Mas a verdade é que esse dia chegou... A partir daí tudo mudou. Deixei de me deitar cedo, de ter noites tranquilas de sono. Pelo contrário. A cada dia que passava me deitava mais tarde e todas as noites eram uma paródia. E ao contrário do que muitos possam pensar aquilo só me fazia bem. Descobri que tinha alguém que era muito parecido comigo e tal como foi jurado no final do 12º ano, a nossa amizade só ficou ainda mais forte...
E porque estou eu a escrever sobre isto? Não sei. Porque me apeteceu, porque queria poder recordar tantas coisas que vivi durante alguns daqueles meses (e não, não vou escrevê-los aqui...), porque tenho saudades daquela escola, daquela gente, de gostar de estudar matemática por ser tudo tão lógico, de estudar biologia por ser de facto interessante (e porque havia umas quantas piadas escritas nas margens do livro), das aulas de português em que passava mais de metade na conversa com a Carlita ou a trocar bilhetinhos com a Marlene e com a Sara (que de vez em quando eram interceptados pelo Rebelo), das fantásticas aulas de Educação Física em que o prof nos dava dispensa pra tratarmos das coisas de AP e por aí fora... Tenho saudades de tanta coisa que vivi ali que se fosse escrever tudo nem daqui a uma semana saía daqui...
A verdade é que 2 anos depois já tive de me habituar à ideia de que o tempo, por mais que queiramos, nunca volta atrás e que nunca mais vou poder viver tudo aquilo, com todas aquelas pessoas que me fizeram crescer e me tornaram no que sou hoje (se não gostarem do resultado final a culpa é, em parte, vossa). Agora resta-me viver com as saudades e com as recordações... que tanto umas como outras são muuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiitas.
E a todos aqueles que lerem isto e souberem o quão importantes foram e são pra mim, o meu muito obrigado por todos os bons momentos que passámos juntos dentro daquela escola... Adoro-vos a todos *.*



(a música do último dia...)

sábado, 5 de junho de 2010

O que há em mim é sobretudo cansaço

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas
Essas e o que faz falta nelas eternamente ;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...



Álvaro de Campos

sexta-feira, 4 de junho de 2010

"Aqueles que merecem as tuas lágrimas são aqueles que nunca te fariam chorar."
in O Dia em que te esqueci

quinta-feira, 3 de junho de 2010

São 5 e 33 da manhã. Acabei de chegar a casa depois de um dia bastante longo.
Pontos importantes:
- Apresentação do trabalho de EPM;
- Teste de QFB;
- Aula de substituição de EFM;
- Jantar no MAC com as meninas do costume;
- Praça:
O normal. As voltinhas à pesca dos melhores gajos, um pezito de dança pra cá, um pezito de dança pra lá... IMPORTANTE: comprámos os bilhetes prá grande festa na praia na sexta-feira, dia 11 de Junho. Conhecemos o Tório que afinal se chama Nuno e que tem um amigo que é o garanhão do curso dele (não me perguntem se é giro porque não faço a menor das ideias). Ah e o Tiago que nos vendem as maravilhosas pulseiras que dão acesso à festa...
Lá prás 3 fomos pró BE (de autocarro) onde foi dançar até acabar lol
Agora a sério, viemos embora só mesmo quando estava a fechar (fecha às 5).
O caminho pra casa foi mais longo do que deveria porque não me deixaram passar pelo atalho do costume. Deviam ter medo que fosse abatida a tiro, violada ou algo do género. OK pronto fiz o caminho mais longo e aproveitei pró aproveitar... Está fresquinho sem ser desagradável e o barulho é pouco. Ouvem-se os passarinhos a cantar, o som dos meus passos e apenas um ou outro carro que passa na estrada (a maioria de pessoal que vinha do mesmo sítio que eu). Ah e começa-se a notar uma leve claridade no céu. Segundo previsões do MSN o sol vai nascer por volta das 6 e 5 da manhã. A essa hora já hei-de estar a dormir. Mas tenho saudades de o ver nascer. Talvez outro dia (ou noite) perca umas horas pra voltar a ver todo aquele processo do céu a mudar de tons de azul e de ver os primeiros raios de sol da manhã...

terça-feira, 1 de junho de 2010

:/

Estou oficialmente deprimida. Porquê? Não sei. Porque sim.
Quando acordei ontem de manhã só me apetecia chorar. Hoje já nem tanto, mas estou sem energia nenhuma. Amanhã há teste de QFB... IUPIIIIIIIIIIIII! Que maravilha! Era enforcar a desgraçada daquela mulher. Ah tenho também a apresentação do trabalho de EPM (vamos lá ver se não me dá alguma branca) e pra acabar a magnífica tarde do dia 2 de Junho nada melhor que uma aula de substituição de Estrutura e Função de Macromoléculas (só escrevi o nome completo da cadeira porque é pomposo).
E pronto só dei aqui um salto pra escrever as minhas frustrações a ver se ajudava, mas não me parece que tenha melh0rado...
E porque é que hoje o sistema aleatório do Windows Media Player só escolhe baladas?! Não está a ajudar nadinha...