Às vezes parece que o mundo abranda! E mesmo continuando a ouvir o tic tac do relógio no ritmo habitual, parece-me que o tempo está parado.
E enquanto o Sol ainda se exibe no céu como sendo o Mestre do Mundo fico a ver todas as coisas que também abrandam... os carros desfilam pela rua, as folhas das árvores dançam ao sabor do vento, os gatos brincam lá em baixo, as nuvens afastam-se para deixar o Sol brilhar em toda a sua plenitude e depois voltam a escondê-lo como um menino envergonhado que se esconde atrás da saia da mãe ao mesmo tempo que espreita com um ar curioso.
E a pouco e pouco, no mesmo ritmo lento a que todo o mundo se move, a toda poderosa esfera de fogo que nos ilumina começa a descer no horizonte. E a cada passo que dá em direcção ao mar como se nele se quisesse afogar, o céu muda de tons e cores numa panóplia que vai desde o mais belo dos azuis até ao mais quente dos vermelhos. E finalmente, esta palete de cores acaba no mais escuro dos negros ponteado por aqueles pequenos pontos luminosos que enfeitam o céu como diamantes e que fazem sonhar tanta gente.
E enquanto aquela a quem chamam grande conselheira cai, as luzes da cidade começam a acender lentamente lá ao fundo, onde parece que o mundo acaba e mais nada existe. Mas até isso é uma ilusão... nada acaba ali a não ser o que a vista alcança. Mas para lá daquela linha de horizonte encontra-se umas das coisas mais contempladas. O mar! Parece-nos azul, mas é só ilusão de óptica. No entanto existem poucas coisas tão bonitas como o prateado que nele se vê quando o sol alto lhe incide ou a maravilha que é ver o pôr do sol sentada na areia. E mesmo quando o dia está nublado e o sol não ilumina o mar ele continua a ir e a vir num movimento perfeito e sincronizado que acalma a mais feroz das almas. E é por isso que tantas vezes tenho vontade de sair de casa e ir para a praia só para ficar sentada na areia a olhar o movimento das ondas que cada vez que recuam levam mais uma preocupação, mais uma angústia ou mais uma parvoíce qualquer que me assombre. E cada uma das ondas que rebenta na areia traz qualquer coisa de bom que não sei bem o que é mas que me liberta.
E a pouco e pouco, no mesmo ritmo lento a que todo o mundo se move, a toda poderosa esfera de fogo que nos ilumina começa a descer no horizonte. E a cada passo que dá em direcção ao mar como se nele se quisesse afogar, o céu muda de tons e cores numa panóplia que vai desde o mais belo dos azuis até ao mais quente dos vermelhos. E finalmente, esta palete de cores acaba no mais escuro dos negros ponteado por aqueles pequenos pontos luminosos que enfeitam o céu como diamantes e que fazem sonhar tanta gente.
E enquanto aquela a quem chamam grande conselheira cai, as luzes da cidade começam a acender lentamente lá ao fundo, onde parece que o mundo acaba e mais nada existe. Mas até isso é uma ilusão... nada acaba ali a não ser o que a vista alcança. Mas para lá daquela linha de horizonte encontra-se umas das coisas mais contempladas. O mar! Parece-nos azul, mas é só ilusão de óptica. No entanto existem poucas coisas tão bonitas como o prateado que nele se vê quando o sol alto lhe incide ou a maravilha que é ver o pôr do sol sentada na areia. E mesmo quando o dia está nublado e o sol não ilumina o mar ele continua a ir e a vir num movimento perfeito e sincronizado que acalma a mais feroz das almas. E é por isso que tantas vezes tenho vontade de sair de casa e ir para a praia só para ficar sentada na areia a olhar o movimento das ondas que cada vez que recuam levam mais uma preocupação, mais uma angústia ou mais uma parvoíce qualquer que me assombre. E cada uma das ondas que rebenta na areia traz qualquer coisa de bom que não sei bem o que é mas que me liberta.