domingo, 15 de agosto de 2010

Quando morrer quero ser cremada.
Porquê? É tão simples. Depois de viver uma vida em que, em certos momentos, me senti tão presa que se tornava difícil respirar, não quero pensar o que seria passar tantos anos fechada dentro de um caixão. Depois porque não gosto de sítios tão pequenos e fechados. E já sei que os mortos não sofrem de claustrofobia e eu também não sou uma claustrofóbica a sério, mas faz-me impressão. Ah, e claro que também não me quero imaginar a ser comida pelos bichinhos.
As minhas cinzas não quero que sejam guardadas numa daquelas caixinhas todas foleiras e muito menos quero que alguém me ponha em cima da lareira da sala a fazer parte da decoração. Quero que elas sejam largadas num qualquer sítio que tenha alguma significado pra mim. Esse mesmo local ainda fica em aberto, porque apesar de já ter algumas sugestões não sei se serão as mesmas que terei daqui a muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiitos anos, quando finalmente bater as sapatilhas pela última vez.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Need you now - Lady Antebellum



Picture perfect memories,
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone 'cause
I can't fight it any more.
And I wonder if I ever cross your mind
For me it happens all the time.

It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
Said I wouldn't call
But I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now.

Another shot of whisky,
Can't stop looking at the door.
Wishing you'd come sweeping
In the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.

It's a quarter after one,
I'm a little drunk, and I need you now.
Said I wouldn't call
But I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now.

Yes, I'd rather hurt than feel nothing at all.
It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
And I said I wouldn't call
but I'm a little drunk and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now,
I just need you now.
Oh, baby I need you now.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Quando se tem tempo faz-se umas coisas..

sábado, 7 de agosto de 2010

Somos todos humanos e portanto todos temos uma data de características comuns. Se todos nascemos com uma missão e um destino mais ou menos traçado, então o que nos distingue? A capacidade de cumprir esse "destino" de uma maneira melhor ou pior. Há quem tenha um dom para fazer as coisas certas nos momentos certos e com isso ganhar uns quantos pontos em relação aos que, como eu têm o dom de fazer coisa erradas, de cometer erros uns atrás dos outros. E depois? Não é com isso que se aprende? Não é isso que faz de mim quem sou? Não sou eu que tenho de viver com as consequências dos meus actos? Não é tudo isto apenas meu? Então porque raio se metem tanto no que não vos diz respeito? Deixem-me em paz que eu aguento-me bem às minhas responsabilidades e ao peso das minhas más escolhas.
Se mudava alguma coisa? Depende daquilo a que nos referimos. Tive momentos que não trocava por nada, pessoas que conheci que são, ainda hoje, das coisas mais importantes que tenho na minha vida, mas sim... há algumas coisas que apagava do meu passado se pudesse, há outras que não fiz naquela altura e que agora, se pudesse voltar atrás fazia sem pensar duas vezes. Mas e depois? Sou eu que tenho de viver com isso, não vocês por isso deixei-me em paz. Podem acabar com as mensagens, os mails e tudo o resto porque estão apenas a perder o vosso tempo. Ah e já que eu escrevo tão mal e só digo parvoíces, porque raio ainda se dão ao trabalho de ler o que escrevo? Que eu tenha conhecimento ninguém vos obriga a ler o meu blog, portanto poupem-me o tempo de ter de apagar comentários e mensagens, porque eu tenho uma vida e tenho mais que fazer do que aturar desocupados.
Obrigada!

Stand by me



(A versão original da música é do John Lennon mas eu adoro a parte dos sapos *.*)



Dois amigos que quando juntos estão sempre bem, em que nada lhes acontece, mas quando se separam... tudo pode acontecer.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A frase que mais tenho dito nos últimos tempos é "odeio pessoas". Não que as odeie a todas, mas a grande parte delas... mesmo aquelas que não conheço. Odeio-as só porque existem e se cruzam no meu caminho. Odeio todas aquelas que me fazem esperar na fila da caixa do supermercado, odeio a senhora da padaria porque não me atende logo e está na converseta, odeio este e aquele porque sim e porque não. Não tenho de dar justificações a ninguém.
Não tenho paciência para as pessoas, não tenho paciência nem para isto.