terça-feira, 12 de abril de 2011

Hoje quando vinha no carro no final da tarde a ouvir a música que se segue tive vontade de meter a cabeça de fora da janela para apanhar aquele vento fresquinho como fazem os cachorros. Pena é eu não ter umas orelhas compridas daquelas que voam ao vento :)



quinta-feira, 31 de março de 2011

Coisas a reter do dia de hoje:

- o sol pode vir só à noite;

- da próxima vez duas pizzas chegam;

- a sensação de ficar de cabeça pra baixo não é nada agradável.


E prontos! A modos que era só isso.

domingo, 27 de março de 2011

48 horas mais tarde já tudo voltou à normalidade... pelo menos áquilo que é a minha definição de normalidade.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quero gritar até a voz se acabar, até que alguém me consiga ouvir a quilómetros de distância, ou apenas até que alguém que está perto me ouça. Não quero conversas com ninguém nem que ninguém me pergunte o que é que se passa depois de lerem isto, não quero que ninguém se preocupe se estou bem ou mal, não quero que a voz de ninguém soe mais alto do que a minha que grita aos quatro ventos que esta já não é a minha casa, esta já não é a minha pele. Os gritos são demasiado altos mas parece que só eu os ouço, a música é tão alta que consegue fazer doer-me os ouvidos e mesmo assim não funciona... isto não sai de dentro de mim. Como é que se consegue soltar isto? Mas que merda é esta que me sufoca? Não sei. Não sei porque é que a pele deixou de ser elástica o suficiente para viverem todas as Sílvias dentro dela como sempre.
Não tenho nenhuma doença bipolar, ou polipolar, mas existem muitos eus a viver aqui dentro e todos têm coexistido mais ou menos de forma pacífica, mas hoje há uma que é maior do que todas as outras, uma que não se importa com ninguém e que não quer saber se as palavras magoam quem as ouve... hoje existe um eu que não quer falar com ninguém, mas quer que a ouçam gritar.. como alguém que grita desesperadamente no meio da rua durante horas e que faz toda a gente parar para olhar e que faz as pessoas pensar "quem é esta tipa? Não me lembro de alguma vez a ter visto".
Não me sinto invisivel para as pessoas e sei que faço parte da vida de algumas.. também não quero que toda a gente olhe pra mim quando passo na rua, não quero que as pessoas se metam na minha vida, mas quero saber que quando grito e quando preciso mesmo disso há alguém que me está a ouvir, que me manda calar e que diz "Finalmente!" quando a voz se esgota e as forças se acabam.
E enquanto quero que algumas pessoas me ouçam gritar quero que outras desapareçam de vez da minha vida, que deixem de assombrar os meus sonhos, que deixem de aparecer de tempos em tempos para voltar a abrir as feridas que estavam quase saradas. DESAPARECE DA MINHA POR FAVOR!
E nestes dias em que os gritos não parecem ser suficientemente altos, toda a gente à minha volta leva por tabela e sou arrogante, mal humarada, mal criada, parva, estupida, insuportavel e nada disto tem desculpa, mas sou eu. Eu sou assim, intespetivamente parva. O que é que querem?Que me mate por causa disso? Não me parece.
Agora apetece-me partir tudo o que tenho à mão, atirar com as coisas contra as paredes, não que isso sirva realmente para alguma coisa, mas faz barulho que é tudo o que eu quero agora. Um barulho ensurdecedor capaz de deixar qualquer pessoa fora de si.
E quando a voz se esgotar de tanto gritar quero cair no chão e chorar até adormecer...

domingo, 20 de março de 2011

A água limpa o corpo e o sol limpa a alma.
É tudo tão mais fácil quando o astro rei dá o ar da sua graça, deixando a preguiça dele de lado para criar mais preguiça no corpito de quem dele pode usufruir. Para além disso dá para andar na rua umas horitas sem ter vontade de correr para junto da lareira.
E pronto, acho que era isso...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

My heroine (acoustic) - Silverstein





The drugs begin to peak
A smile of joy arrives in me
But sedation changes to panic and nausea

And breath starts to shorten
And heartbeats pass softer

You won't try to save me
You just want to hurt me, and leave me desperate

You taught my heart a sense I never knew I had

I can't forget the times that I was lost and depressed from the awful truth
How do you do it?
You're my heroine

You won't leave me alone
Chisel my heart out of stone
I give in everytime.

You taught my heart a sense I never knew I had

I can't forget the times that I was lost and depressed from the awful truth
How do you do it?
You're my heroine

I bet you laugh at the thought of me thinking for myself
I bet you believe that I'm better off with you than someone else

Your face arrives again, all hope I had becomes surreal
But under your cover's more torture than pleasure
And just past your lips, there's mores anger than laughter
Not now or forever will I ever change you
I know that to go on, I'll break you my habit

You taught my heart a sense I never knew I had

I can't forget the times that I was lost and depressed from the awful truth
How do you do it?
You're my heroine

I will save myself

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

It's over!

Acabou.
Agora podia ser dramática e tal e pôr-me aqui com tretas sobre tudo o que já teve um fim na minha curta, mas plena existência. Mas não! Acabou, não foi bom enquanto durou e passei todos os diazinhos a pedir que chegasse o maravilhoso dia em que posso gritar a plenos pulmões que estou livre. Isto agora parece uma cena de um filme em que aconteceu uma grande catástrofe, mas não. Refiro-me apenas à cansativa e frustrante época de exames por que um estudante universitário é obrigado a passar no final de todos os semestre, quando a vontade é apenas de descansar depois de uns quantos meses de aulas, de levanter cedo, de frequências, de professores chatos que não dizem grande coisa que se aproveite e que não percebem que por mais horas que eles passem à nossa frente a falar e falar nós não conseguimos captar nem uma quarta parte e que se não fosse depois o estudo em casa não conseguiamos fazer nem metade das cadeiras do curso. Mas adiante.
E o que é que faz um estudante, quando acaba os exames? Faz aquilo que mais gosta de fazer e que está ansioso para poder fazer, ou seja, NÃO FAZ NADA! E há coisa melhor do que não ter nicles para fazer? Levantar tarde e às más horas, sair da cama e ir pró sofá e daí a um quarto de hora estar a dormir outra vez. Ai como é maravilhosa a vida de quem não faz nada. E depois de um mês e meio de estudo quase sem fins de semana, sem sair de casa a não ser para ir prós exames e de noites mal dormidas, já merecia. Eu e todos os estudantes deste país que ainda estão a queimar as pestanas e a cansar os últimos neurónios que ainda têm força para trabalhar.
E quando começarem as aulas como é que vai ser?? Os dias continuam a ser pra não fazer grande coisa que não seja ir às aulas, enquanto que as noites são de festa. E que falta que já me faz uma bela duma noite na borga pra abanar um bocado o esqueleto e beber umas CaipiBlackzinhas (que saudades).
Agora lembrei-me que uma colega hoje me disse que até já tem o rabo durido de passar tanto tempo sentada a estudar. Digam lá a verdade? Ninguém merece.
Mas pronto já chega de divagação.
O que é que é preciso para este último semestre do 3º ano? Poucas aulas e muita rambóia.
Daqui a uns meses conto-vos como foi...