segunda-feira, 16 de maio de 2011

O pior de todos os defeitos? O egoísmo!
Vive nas pessoas desde sempre e toda a gente o sabe, no entanto continuamos a ser desiludidos dia após dia graças a ele.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

Hoje quando vinha no carro no final da tarde a ouvir a música que se segue tive vontade de meter a cabeça de fora da janela para apanhar aquele vento fresquinho como fazem os cachorros. Pena é eu não ter umas orelhas compridas daquelas que voam ao vento :)



quinta-feira, 31 de março de 2011

Coisas a reter do dia de hoje:

- o sol pode vir só à noite;

- da próxima vez duas pizzas chegam;

- a sensação de ficar de cabeça pra baixo não é nada agradável.


E prontos! A modos que era só isso.

domingo, 27 de março de 2011

48 horas mais tarde já tudo voltou à normalidade... pelo menos áquilo que é a minha definição de normalidade.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quero gritar até a voz se acabar, até que alguém me consiga ouvir a quilómetros de distância, ou apenas até que alguém que está perto me ouça. Não quero conversas com ninguém nem que ninguém me pergunte o que é que se passa depois de lerem isto, não quero que ninguém se preocupe se estou bem ou mal, não quero que a voz de ninguém soe mais alto do que a minha que grita aos quatro ventos que esta já não é a minha casa, esta já não é a minha pele. Os gritos são demasiado altos mas parece que só eu os ouço, a música é tão alta que consegue fazer doer-me os ouvidos e mesmo assim não funciona... isto não sai de dentro de mim. Como é que se consegue soltar isto? Mas que merda é esta que me sufoca? Não sei. Não sei porque é que a pele deixou de ser elástica o suficiente para viverem todas as Sílvias dentro dela como sempre.
Não tenho nenhuma doença bipolar, ou polipolar, mas existem muitos eus a viver aqui dentro e todos têm coexistido mais ou menos de forma pacífica, mas hoje há uma que é maior do que todas as outras, uma que não se importa com ninguém e que não quer saber se as palavras magoam quem as ouve... hoje existe um eu que não quer falar com ninguém, mas quer que a ouçam gritar.. como alguém que grita desesperadamente no meio da rua durante horas e que faz toda a gente parar para olhar e que faz as pessoas pensar "quem é esta tipa? Não me lembro de alguma vez a ter visto".
Não me sinto invisivel para as pessoas e sei que faço parte da vida de algumas.. também não quero que toda a gente olhe pra mim quando passo na rua, não quero que as pessoas se metam na minha vida, mas quero saber que quando grito e quando preciso mesmo disso há alguém que me está a ouvir, que me manda calar e que diz "Finalmente!" quando a voz se esgota e as forças se acabam.
E enquanto quero que algumas pessoas me ouçam gritar quero que outras desapareçam de vez da minha vida, que deixem de assombrar os meus sonhos, que deixem de aparecer de tempos em tempos para voltar a abrir as feridas que estavam quase saradas. DESAPARECE DA MINHA POR FAVOR!
E nestes dias em que os gritos não parecem ser suficientemente altos, toda a gente à minha volta leva por tabela e sou arrogante, mal humarada, mal criada, parva, estupida, insuportavel e nada disto tem desculpa, mas sou eu. Eu sou assim, intespetivamente parva. O que é que querem?Que me mate por causa disso? Não me parece.
Agora apetece-me partir tudo o que tenho à mão, atirar com as coisas contra as paredes, não que isso sirva realmente para alguma coisa, mas faz barulho que é tudo o que eu quero agora. Um barulho ensurdecedor capaz de deixar qualquer pessoa fora de si.
E quando a voz se esgotar de tanto gritar quero cair no chão e chorar até adormecer...

domingo, 20 de março de 2011

A água limpa o corpo e o sol limpa a alma.
É tudo tão mais fácil quando o astro rei dá o ar da sua graça, deixando a preguiça dele de lado para criar mais preguiça no corpito de quem dele pode usufruir. Para além disso dá para andar na rua umas horitas sem ter vontade de correr para junto da lareira.
E pronto, acho que era isso...